ENDEMIAS - VIGILÂNCIA EM SAÚDE

ENDEMIAS

 

ATENDIMENTO: Segunda a sexta-feira | 08h às 17h

ENDEREÇO: Avenida dos Estudantes, nº 351, Centro, Ibiporã-PR [Prédio da Secretaria de Saúde]

TELEFONE: (43) 3178-8404

E-MAIL: endemias@ibipora.pr.gov.br

COORDENADOR: Rafael De Paula Souza

 

Constitui-se de um corpo técnico detentor de expertise na área relacionada às doenças que são objeto do seu controle, tem como atribuição essencial conhecer o perfil epidemiológico e ambiental das doenças e agravos de transmissão vetorial. Entre as principais atividades, estão: analise de fatores como incidência, autoctonia, distribuição dos casos segundo pessoa, lugar e tempo, detecção precoce de surtos e epidemias, situação e áreas de risco; identificação de populações vulneráveis; distribuição de vetores e reservatórios; analise de banco de dados; elaboração de relatórios para gestão; planejamento de ações e atividades a serem desenvolvidas, especialmente pelos agentes sanitários; elaboração e atualização de protocolos e documentos técnicos; participação da elaboração de planos de contingência; e capacitação de  profissionais de vigilância com base em documentos técnicos e protocolos, assim como os profissionais da saúde com ênfase no diagnóstico e intervenção em tempo oportuno.

O controle de vetores compreende um conjunto de atividades de intervenção ambiental por parte do poder público e principalmente da população para reduzir ou mesmo eliminar as condições favoráveis ao desenvolvimento de vetores de doenças (insetos, aracnídeos, moluscos, etc), tais como Aedes aegypti, triatomíneos, flebotomíneos, carrapatos, entre outros.

A principal missão do Agente Sanitário é a de ser capaz de perceber que as questões relacionadas ao meio ambiente estão associadas às condições determinantes e condicionantes da saúde e da qualidade de vida das pessoas. Juntamente com a equipe de saúde, é responsável pela proteção, conservação e recuperação do ambiente e da saúde.

FUNÇÕES:

  • Visita diária nos domicílios, visando identificar e eliminar possíveis focos do mosquito Aedes Aegypti;
  • Atendimento de denúncias realizadas pela população a respeito de lixos em terrenos baldios , residências e locais com possíveis criadouros do mosquito;
  • Trabalho quinzenal em pontos de alto risco de focos e criadouros de dengue;
  • Aplicação de veneno nos locais com notificações e suspeitas de casos de dengue;
  • Recolhimento de pneus e eletrônicos jogados nos terrenos e ruas da cidade.